“Um(a) amigo(a) lhe enviou um vídeo do YouTube”. Este velho prenúncio com o logotipo do site de vídeos tem passado em alguns anti-spams e pode iludir alguns usuários.
Tudo porque a mensagem é convincente, ao primeiro olhar. O remetente “YouTube” possui o endereço mais comum em e-mails de compartilhamento de arquivos por serviços de mensagem: noreply@youtube.com.
Abaixo, a suposta indicação personalizada diz: ‘Ola... tudo bom? achei esse video no youtube decidi te mandar, tenho certeza que voce vai gostar!’. Pelo texto genérico, já daria para desconfiar da integridade do e-mail, principalmente, por não conter uma assinatura. Quando se passa o cursor sobre o endereço do vídeo, tem-se a certeza do direcionamento malicioso.
Um verdadeiro compartilhamento de vídeos por e-mail utilizando o YouTube acontece pelo remetente “Serviço YouTube”, com o título “Você recebeu um vídeo de (nome do usuário): (nome do vídeo)".
No corpo da mensagem deve aparecer a imagem da prévia do vídeo e ícones próprios do YouTube, como a assinatura "‘© 2009 YouTube’, LLC" no rodapé e o final “&feature=email” na URL do vídeo.
De qualquer maneira, o usuário deve ficar atento ao endereço que o link direciona. Caso tenha caracteres suspeitos, não se deve clicar em nenhuma hipótese, pois deve ser uma fonte de contaminação.
sábado, 11 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Adventência sobre programas falsos de segurança
Microsoft faz advertência sobre programas de segurança falsos.
O vírus Conficker fez a Microsoft observar que piratas virtuais recorrem cada vez mais aos programas de segurança para estimular os internautas a instalar programas duvidosos em seus computadores.
A empresa afirma que os programas de segurança falsos representam uma ameaça cada vez mais preocupante, com os hackers explorando o medo dos usuários a respeito de vírus. "Os falsos programas de segurança são a ameaça número um em escala mundial", afirmou George Stathakopoulos, diretor de segurança informática da Microsoft. "Se você pensa no caso do [vírus] Conficker, quantas pessoas foram buscar soluções de segurança e instalaram programas falsos?", questiona. "Os programas falsos estimulam as pessoas a pagar por uma proteção, sem que elas percebam que na realidade oferecem pouca ou nenhuma proteção e que geralmente têm como objetivo roubar dados pessoais", adverte a nota.
O vírus Conficker fez a Microsoft observar que piratas virtuais recorrem cada vez mais aos programas de segurança para estimular os internautas a instalar programas duvidosos em seus computadores.
A empresa afirma que os programas de segurança falsos representam uma ameaça cada vez mais preocupante, com os hackers explorando o medo dos usuários a respeito de vírus. "Os falsos programas de segurança são a ameaça número um em escala mundial", afirmou George Stathakopoulos, diretor de segurança informática da Microsoft. "Se você pensa no caso do [vírus] Conficker, quantas pessoas foram buscar soluções de segurança e instalaram programas falsos?", questiona. "Os programas falsos estimulam as pessoas a pagar por uma proteção, sem que elas percebam que na realidade oferecem pouca ou nenhuma proteção e que geralmente têm como objetivo roubar dados pessoais", adverte a nota.
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