A Adobe confirmou que todas as versões do Reader e do Acrobat - os principais programas para leitura e criação de arquivos no formato PDF - têm pelo menos uma e, possivelmente, duas falhas de segurança críticas, para as quais ainda não há correção.
“Todas as versões disponíveis do Adobe Reader e do Acrobat (9.1, 8.1.4 e 7.1.1.) são vulneráveis a esse problema”, disse David Lenoe, gerente de segurança da empresa. O problema está relacionado à implementação do JavaScript nos programas.
De acordo com Lenoe, a companhia já está providenciando correções para as vulnerabilidades, mas ele não soube dizer quando elas estarão prontas. “Estamos trabalhando nisso e vamos informar as datas o mais rápido possível”, disse.
Enquanto as correções não são divulgadas, o executivo da Adobe recomenda aos usuários desabilitarem o uso de JavaScript dentro dos programas Reader e Acrobat. Para isso, basta entrar no menu Edição (Edit), escolher a opção “JavaScript” e desmarcar a opção “Habilitar Acrobat JavaScript”.
A empresa teve problemas de segurança semelhantes dois meses atrás. Desta vez, porém, a empresa reagiu mais rápido e já veio a público orientar os consumidores. Segundo a Adobe, ainda não foram vistos ataques criados por crackers que tirem proveito das falhas de segurança, mas é importante seguir as recomendações da companhia.
Gregg Keizer, editor do Computerworld, em Framingham
quinta-feira, 30 de abril de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
Vírus da gripe suína vira isca para golpes na internet
Durante o fim de semana, foram registrados 146 domínios na rede que contêm os termos "swine" e "flu" (porco e gripe, em inglês), segundo o site F-Secure, um sintoma de que a doença será utilizada na internet para diferentes fins, principalmente econômicos.
"Um título de efeito global como 'Pandemia de gripe suína' capta a atenção das pessoas, que querem toda a informação que possam conseguir. Os 'atacantes' sabem disso e o usam para atrair suas vítimas", explicou Tony Bradley, analista do Windows Security.
Estes deliquentes da internet poderiam tentar explorar a preocupação e os temores dos internautas para conseguir informação pessoal ou o envio de dinheiro através de falsas propostas.
E-mails suspeitos
Por enquanto um blog da empresa antivírus Mcafee, Mcafee Avert Labs, informou que os e-mails não desejados com o assunto "swine flu" já circulam pela internet, em alguns casos com títulos que incluem o nome de alguém famoso.
"Salma Hayek tem a gripe suína", é um dos exemplos de um desses correios spam, que também utilizam Madonna para atrair atenção.
Foram encontradas também mensagens fraudulentas com o enunciado "Primeira vítima americana da gripe suína", "estatísticas da gripe suína nos EUA", "gripe suína no mundo todo" ou "gripe suína em Hollywood".
"Vamos ver isso", disse hoje Dave Marcus, diretor de Investigação de Segurança e Comunicação da Mcafee Avert Labs ao portal especializado em informática SCMagazineUS.com.
Atualizando o antivírus
Marcus assegurou que por enquanto a maior parte desses e-mails contém ligações com portais da internet sobre produtos farmacêuticos, mas alertou que em meados desta semana poderiam se multiplicar os casos de fraudes relacionadas com a gripe.
"Não me surpreenderia ver um vídeo que diga que Salma Hayek está vomitando por culpa da gripe suína e que isso carregasse, de forma oculta, um vírus", explicou.
Marcus recomendou às empresas que ajustassem seu software de defesa contra spam e suas ferramentas de busca na internet para estar prevenidos perante a gripe suína virtual, e pediu aos usuários da rede que tenham cuidado com mensagens suspeitas.
Da Efe - G1
"Um título de efeito global como 'Pandemia de gripe suína' capta a atenção das pessoas, que querem toda a informação que possam conseguir. Os 'atacantes' sabem disso e o usam para atrair suas vítimas", explicou Tony Bradley, analista do Windows Security.
Estes deliquentes da internet poderiam tentar explorar a preocupação e os temores dos internautas para conseguir informação pessoal ou o envio de dinheiro através de falsas propostas.
E-mails suspeitos
Por enquanto um blog da empresa antivírus Mcafee, Mcafee Avert Labs, informou que os e-mails não desejados com o assunto "swine flu" já circulam pela internet, em alguns casos com títulos que incluem o nome de alguém famoso.
"Salma Hayek tem a gripe suína", é um dos exemplos de um desses correios spam, que também utilizam Madonna para atrair atenção.
Foram encontradas também mensagens fraudulentas com o enunciado "Primeira vítima americana da gripe suína", "estatísticas da gripe suína nos EUA", "gripe suína no mundo todo" ou "gripe suína em Hollywood".
"Vamos ver isso", disse hoje Dave Marcus, diretor de Investigação de Segurança e Comunicação da Mcafee Avert Labs ao portal especializado em informática SCMagazineUS.com.
Atualizando o antivírus
Marcus assegurou que por enquanto a maior parte desses e-mails contém ligações com portais da internet sobre produtos farmacêuticos, mas alertou que em meados desta semana poderiam se multiplicar os casos de fraudes relacionadas com a gripe.
"Não me surpreenderia ver um vídeo que diga que Salma Hayek está vomitando por culpa da gripe suína e que isso carregasse, de forma oculta, um vírus", explicou.
Marcus recomendou às empresas que ajustassem seu software de defesa contra spam e suas ferramentas de busca na internet para estar prevenidos perante a gripe suína virtual, e pediu aos usuários da rede que tenham cuidado com mensagens suspeitas.
Da Efe - G1
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McAfee descobre rootkit que torna máquina vulnerável ao Conficker
Um rootkit descoberto na semana passada pela McAfee está explorando arquivos executáveis e HTML compartilhados em rede, tornando a máquina vulnerável a outros malwares, incluindo o Conficker.
A McAfee informou nesta segunda-feira (27/04) que a variante do rootkit Virut afeta arquivos em redes locais, o que o torna ainda mais malicioso para empresas, e, após a infecção, não é possível recuperar os documentos.
Segundo a McAfee, é necessário destruir todos os arquivos atingidos pela praga.Por enquanto, foram detectados casos de infecção apenas em PCs com Windows. O laboratório da McAfee continua o monitoramento em máquinas com Mac OS e Linux.
A recomendação é que, além de rotina frequente de atualização, as empresas adotem um sistema para prevenir infecções e invasões como forma de evitar este tipo de infecção.
A McAfee informou nesta segunda-feira (27/04) que a variante do rootkit Virut afeta arquivos em redes locais, o que o torna ainda mais malicioso para empresas, e, após a infecção, não é possível recuperar os documentos.
Segundo a McAfee, é necessário destruir todos os arquivos atingidos pela praga.Por enquanto, foram detectados casos de infecção apenas em PCs com Windows. O laboratório da McAfee continua o monitoramento em máquinas com Mac OS e Linux.
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