sexta-feira, 8 de maio de 2009

Microsoft alerta para cópias falsas de versão de testes do Windows 7

Criminosos virtuais já estão distribuindo adaptações adulteradas com códigos maliciosos da recém-liberada versão Release Candidate (RC) do sistema operacional Windows 7, informou a Microsoft nesta quinta-feira (7).

Baixatudo: faça download do Windows 7 RC "

É importante que os consumidores baixem cópias do Windows de fontes confiáveis. Nos últimos dias, recebemos informações de distribuições ilegais sendo oferecidas, que são modificadas de forma a infectar os PCs dos usuários com malwares", alerta Joe Williams, gerente global para Windows Original da Microsoft, em entrevista publicada no site oficial da companhia.
A versão "quase final" do aguardado Windows 7 foi liberada na terça-feira (5), dando oportunidade às pessoas de testarem a nova geração do sistema operacional, ajudando o desenvolvedor a fazer as correções e alterações necessárias até o lançamento oficial do substituto do Vista.

Combate à pirataria

Os recursos antipirataria do Windows 7 são baseados na tecnologia já utilizada anteriormente no Vista, com o objetivo de frear o avanço de cópias ilegais do sistema operacional, um problema que a companhia avalia custar mais de US$ 45 bilhões por ano à economia mundial, além de expor os usuários aos riscos de falhas no sistema e roubo e perda de dados. "E estamos fazendo ainda melhor com o Windows 7", fez questão de destacar Williams.
Pesquisas da companhia apontam ainda que mais de um terço de seus clientes em todo o mundo podem estar utilizando cópias piratas do Windows. "Vemos muitos casos de consumidores que gostariam de comprar um software original e acreditam que o compraram, mas acabam descobrindo mais tarde que foram vítimas da pirataria", disse Williams.
Os sistemas operacionais Windows são usados por cerca de 90% dos computadores em todo o mundo, de acordo com dados da indústria.

Do G1, com informações da France Presse

Site da McAfee teve falhas críticas de segurança

Acessem o link para a matéria:

http://www.linhadefensiva.org/2009/05/site-da-mcafee-teve-falhas-criticas-de-seguranca/

Sueco é acusado de roubar código-fonte de roteadores da Cisco

Um sueco foi indiciado na terça-feira (05/05) por ter participado do roubo do código-fonte do IOS (Internetwork Operating System), sistema operacional usado nos roteadores da Cisco, responsáveis por boa parte da infra-estrutura de internet atual.
Philip Gabriel Pettersson, de 21 anos, foi indiciado uma vez por invasão e duas vezes por apropriação indevida de segredos comerciais. Ele ainda foi enquadrado em dois casos de invasão a servidores da Nasa, a agência espacial norte-americana.
Segundo a Divisão de Crimes do Departamento de Justiça dos EUA e Joseph Russoniello, promotor do Distrito da Califórnia, Petterson só pôde ser indiciado depois de uma extensa investigação do FBI, agência de investigação norte-americana.
Petterson foi identificado como “Stakkato”, cracker que teria invadido os servidores da Cisco entre 12 e 13 de maio de 2004. Outras invasões a grandes sites foram realizadas por Stakkato na mesma época.
No total, Petterson soma cinco indiciamentos e cada um deles pode render até 10 anos de prisão, mais multa de 250 mil dólares. Se o cracker for condenado em instância máxima em todos os casos, ele pode ser sentenciado a 50 anos de prisão e a pagar uma multa de 1,25 milhão de dólares.
O sistema IOS é o coração dos roteadores e switches da Cisco, além de outros produtos da empresa. Em maio de 2004, partes do código-fonte do sistema operacional foram roubadas e publicadas em um site russo.
Na ocasião, especialistas em segurança disseram que isso poderia ser prejudicial à internet, já que crackers poderiam usar as informações para atacar os equipamentos que sustentam a rede mundial de computadores.

Stephen Lawson, editor do IDG News Service, em São Francisco

terça-feira, 5 de maio de 2009

Em 10 dias, botnet rouba dados no valor de até US$ 8,3 milhões

Pesquisadores da Universidade da Califórnia conseguiram se infiltrar em uma importante botnet - rede com computadores controlados por crackers - durante 10 dias. A manobra revelou dados importantes sobre como os crackers agem e como eles lucram com os dados obtidos dos internautas.
Os pesquisadores tiveram acesso aos dados da botnet conhecida como Torpig ou Sinowal, uma das redes de computadores invadidos mais sofisticadas em atividade. Ela usa um esquema especial para fugir dos antivírus e, por isso, consegue atingir muitos computadores e coletar uma grande quantidade de dados dos internautas sem ser identificada. No total, a rede é formada por mais de 180 mil máquinas invadidas.
Os pesquisadores conseguiram controlar essa rede por 10 dias. Nesse período, foram baixados cerca de 70 gigabytes de dados, que vão desde senhas de contas de e-mail e bancárias até nomes de usuários de sites, já que ela consegue roubar dados tanto de clientes de e-mail como de formulários web. Na prática, qualquer dado enviado pelo usuário pode ser interceptado pela botnet. A rede ainda usa o e-mail do usuário para enviar spam a outros internautas e continuar se multiplicando.
Os dados roubados são vendidos em fóruns para outros criminosos, que tentam converter os dados em dinheiro. Apesar de ser difícil precisar o valor das informações estima-se que eles possam valer entre 83 mil e 8,3 milhões de dólares. Os envolvidos na pesquisa disseram que vão trabalhar em conjunto com as autoridades para alertar as vítimas da rede e também para tentar localizar os criminosos por trás da rede Torpig/Sinowal.

Jeremy Kirk, editor do IDG News Service, em Londres